Protocolo de Extermínio
Em Protocolo de Extermínio, Celeste, uma ex-militar interpretada por Adria Arjona, precisa proteger sua filha depois que três supersoldados geneticamente modificados escapam de uma instalação militar e começam uma violenta onda de assassinatos.
Uma história diferente do que estou acostumada Eu achei Protocolo de Extermínio um filme bom, mas preciso admitir que ele não é muito o meu estilo de filme. A história mistura ação, terror e ficção científica, com muita violência e tiroteios, então não é exatamente o tipo de produção que eu costumo procurar.
Mesmo assim, achei a história bastante interessante. Desde o começo, fiquei tentando entender quem eram aqueles três caras que estavam matando todo mundo e por que eles eram tão violentos.
Aos poucos, o filme explica que eles são supersoldados geneticamente modificados que escaparam de uma instalação secreta e perderam o controle.
Muito sangue e muita ação
Uma coisa que definitivamente chama atenção em Protocolo de Extermínio é a quantidade de violência. O filme é muito sangrento e tem diversas cenas de tiroteio e mortes bastante gráficas.
Para quem gosta desse tipo de produção, acredito que seja justamente uma das partes mais interessantes. Eu, particularmente, não sou tão fã desse estilo, então algumas cenas foram pesadas para mim.
Ainda assim, reconheço que as sequências de ação são importantes para a proposta do filme e ajudam a manter o ritmo da história.
Celeste e sua filha
Adria Arjona interpreta Celeste, uma ex-militar que precisa usar suas habilidades para proteger a filha, Daisy, durante o ataque.
Eu fiquei com muita dó da menina por ter que passar por tudo aquilo. Ela é colocada no meio de uma situação extremamente perigosa e precisa acompanhar a mãe enquanto tudo ao redor está completamente fora de controle.
Ao mesmo tempo, achei Celeste uma mãe muito corajosa. Mesmo diante de situações absurdamente perigosas, ela se dedica completamente a proteger a filha e faz de tudo para mantê-la segura.
Para mim, essa relação entre mãe e filha é uma das partes que mais ajudam a dar um lado emocional para Protocolo de Extermínio, já que, no meio de tanta ação e violência, existe uma mãe lutando pela própria filha.
Fiquei curiosa com o final
Uma coisa que me incomodou um pouco foi o final.
Quando o filme terminou, eu fiquei querendo saber mais e pensando que algumas coisas poderiam ter sido melhor explicadas. Para mim, Protocolo de Extermínio terminou com uma sensação meio incompleta, como se ainda faltassem algumas respostas.
Eu queria entender melhor o que aconteceria depois e saber mais sobre algumas das situações apresentadas durante a história.
Mesmo assim, achei interessante o caminho que o filme escolheu e fiquei pensando na história mesmo depois que os créditos começaram.
Veredito
Eu achei Protocolo de Extermínio um filme bom, mas não posso dizer que foi um dos meus favoritos porque esse estilo de ação, tiroteio, violência e muito sangue não é exatamente o que eu mais gosto.
Apesar disso, achei a história interessante e fiquei bastante curiosa para entender quem eram os três homens responsáveis por toda aquela violência. Também fiquei com muita dó da filha de Celeste e gostei de acompanhar o quanto a personagem se esforça para protegê-la.
O final me deixou querendo mais explicações e achei que poderia ter sido um pouco mais completo, mas, no geral, foi uma experiência boa.
Recomendo Protocolo de Extermínio principalmente para quem gosta de filmes de ação, tiroteios, violência e muita adrenalina. 🔥🔫